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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Jóias e símbolos na Terra e no Céu Empíreo – 3

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




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O diamante, a mais dura das pedras, é símbolo da virtude inabalável. Ele destina-se a prestigiar a virtude e a santidade.

Mas cada pedra preciosa tem um significado místico religioso.

Santa Hildegarda de Bingen, declarada Doutora da Igreja em breve, consagrou 26 capítulos de seu livro “Physica” às virtudes e poderes curativos que Deus pôs em cada uma delas.

Estas considerações simbólicas são especialmente verdadeiras quando se trata daquelas instituições na Terra que melhor refletem a ordem e a santidade do Céu: a Santa Igreja Católica e a Civilização Cristã.

Exemplo magnífico é constituído pela insígnia da ordem de origem medieval do Toison d'Or (Tosão de ouro).

A que vemos aqui foi composta para os reis de Portugal com 400 diamantes brasileiros.

A Ordem do Tosão de Ouro, essencialmente secular e honorífica, engajava os seus membros a exaltar o espírito cavalheiresco, tendo como fim principal a glória de Deus e a defesa da Religião cristã.

Ela, entretanto, é apenas uma prefigura dos insignes sinais que portarão na eternidade todos aqueles santos que guerrearam pela Igreja e pela Cristandade nesta vida terrena e passageira.

No mesmo sentido falam-nos as duas peças ao lado: a Grande Cruz e a condecoração das Ordens Militares de Cristo, Santiago e Avis, coroadas pelo Coração de Jesus rodeado de espinhos ao lado.



Continua no próximo post



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